PEIXE DO MEU AQUÁRIO

BENEDITO TAVARES, o Biló, peixão do meu aquário, amigo de longa data, ele que na minha modesta opinião, ao lado de Lelé e Palito, compõHpju Ie o que chamo de santíssima trindade do futebol amapaense, ou seja, os três maiores jogadores que ví jogar ao longo de cinco décadas -50,60,70, 80 e 90. Era um meia-atacante alto, forte,  passadas largas e elegantes, controle de bola acima da média e dois pés certeiros, cada um com uma fita métrica; jogava um futebol tão vistoso e eficiente que encantou uma lenda chamada Gentil Cardoso passando uma temporada no Paysandú, de Belém do Pará; Gentil  não sossegou enquanto não levou Biló para jogar no bicolor paraense, onde brilhou intensamente. Amapaense, filho de José Tavares (falecido), patriarca de uma Família que deu atletas brilhantes ao Amapá – Jangito, Faustino e o primo Praxedes, Biló, funcionário aposentado do INSS, saude debilitada, hoje com 71 anos de idade, vive em São Paulo. Ele foi campeão Amapaense pelo Juventus e deu os primeiros passos no futebol na Casa dos Padres, no campinho a Matriz. Jogava basquetebol, voleibol e futebol de salão com igual desenvoltura. Em Belém, quando os torcedores do Paysandú sabem que somos do Amapá, perguntam logo plo diamante negro que brilhou com a camiseta do Papão da Curuzú no comecinho da década de 70.

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