GRUPO ESCOLAR BARÃO DO RIO BRANCO PEDE SOCORRO

Grupo escolar mais antigo do extinto Território Federal do Amapá – 67 anos, professores, alunos, pais de alunos, ex-alunos, simpatizantes e amigos sairam às ruas e avenidas de Macapá (foto) em passeata, no sábado pela manhã, com intuito de chamar a atenção do Governo do Amapá para a precária situalunosdobaraoação do prédio da Grupo Escolar Barão do Rio Branco, uma das primeiras obras de janary Gentil Nunes, primeiro governador do Amapá.

Segundo as professoras Kátia, Graça e Do Carmo a iniciativa partiu dos próprios estudantes e da direção da escola com apoio dos pais; que se trata, portanto, de uma manifestação apartidária, sem qualquer conotação política. Elas disseram que lecionam há muitos anos na escola e que o Barão do Rio Branco em branco no governo passado e que nunca foi beneficiada por uma reforma de verdade, como se faz necessário.

Tanto os anexos como o prédio central estão com suas instalaçõs eletricas e sanitárias comprometidas; salas de aula precisando de pintura geral, equipamentos novos e instalações condignas. O Grupo Escolar Barão do Rio no passado foi dirigido por grandes mestras do magistério amapaense, como Gaziela

Escola Barão do Rio Branco precisando de uma grande reforma

Escola Barão do Rio Branco

Reis de Souza, professora Carmelita e Raimunda Mendes Coutinho,a primeira alfabetizadora do TFA do Amapá.

A passeata saiu de frente da escola próximo das nove horas, percorreu part6e da FAB, a cânaido Mendes, Henrique Galúcio, Rua São José e retornou a FAb, onde os manifestantes se dispersaram pacificamente. A professora Graça acredita na sensabilidade do governador Camilo e acha que a manifestação pode dar o resultado esperado por alunos, pais de alunos e professores que atuam naquele tradcional estabelecimento de ensino de Macapá. O editor do blog, como ex-aluno do Barão, foi convidado e esteve na escola logo após o encerramento da manifestação.

Emoção a flor da pele por voltar a um ambiente em que vivi boa parte da minha infância, falei com o professor Marco, que me explicou o que estava acontecendo. Constatando in loco a situação, deu logo pra perceber que a reclamação dos professores, dos alunos, dos pais de alunos e amigos da escola procede.

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