OPINIÃO

DSC00538DSC00540Do Editor

Continuam as ações espalhafatosas do ex-senador Gilvan Borges querendo tirar proveito politico da situacão de terra arrasada produzida pelo ex-prefeito Roberto Goés e o grupo político a que ele pertence, situação que infelizmente foi herdada pelo prefeito Clécio Luis, ainda sem meio para contorná-la.

Muita gente não leva o ex-senador Gilvan a sério, nem as ações que pratica; não é o caso do Ministério Público Federal, que o denunciou recentemente por causa da construção de um aeroporto no distrito de Bailique sem licença ambiental, portanto um legislador, ou ex-legislador, que burlava a lei.

Qualquer pessoa minimamente informada sobre o que aconteceu nesse estado nos últimos dez anos sabe que o grupo do ex-senador Gilvam ajudou a produzir os desmandos que levaram algumas das maiores autoridades do Amapá à destinos muito pouco recomendáveis, como o presídio da Papuda, em Brasília.

Quem não sabe que o peemedebista corria coxia nos palácios do Setentrião e Laurindo Banha, tinha lá sua influência, indicando nomes para compor o primeiro escalão? Que era ouvido, e não pode, embora o faça, desconhecer que Macapá ficou cheia de buraco porque seu correligionário foi um prefeito relapso, e concorreu decisivamente pra isso!

Claro que o ex-senador tem direito de fazer oposição; não essa oposição que não respeita o direito dos outros, que não respeita a inteligência dos cidadadãos de Macapá e afronta a lei.

Na verdade, continua acreditando na sombra do Sarney, na memória fraca do povo, no alcance ilusório da mídia que a família aponta como arma na direção dos adversários, e na impunidade. Mas eu acho que isso tem um limite.

Não pode chegar perto das onze horas da manhã na equina da General Gurjão com a Cândido Mendes, rua do comércio, no sábado, e interromper o trânsito e a rotina dos transeuentes para fincar placas no meio da pista de rolamento e ir embora, como se a cidade e a vida das pessoas lhes pertencessem.

É um abuso, parece que a cidade não tem lei, não tem prefeito, não tem governador, não tem policia, não tem departamento de trânsito, não tem guarda municipal.

Sem mensurar os transtornos causados aos pedestres, aos ciclistas, motociclistas e ao trâsnsito de veículo, sai assim como chegou, abandonando na cena das suas ações a porcaria que restou das suas atividades clandestinas, insuficientes e politiqueiras, como mostra o resgistro.

Pra completar, nas placas fincadas no meio da rua  exorta o povo a meditar sobre a buraqueira que seu grupo político – o PMDB aliado ao PDT, nos impôs em oito anos de desgoverno de Waldez e quatro de Roberto Goés, como se o distinto não tivesse nada a ver com aquilo – ou não soubesse que o buraco é mais embaixo…

Anúncios

Uma resposta para “OPINIÃO

  1. Desse senhor nada mais me espanta.Gilvan é um doente. Precisa urgentemente de tratamento.Psiquiatrico de preferencia.Repete com Clécio a mesma palhaçada que encenou no início do governo Camilo. Não é possível que no Estado não exista uma autoridade legal para colocar fim a esses desatinos e atos compatíveis como os de sublevação da ordem pública, um crime subscrito no código penal, já que não detem nenhuma outorga ou mandato para fazer o que faz de forma tão irresponsável.A mesma autoridade que se arvora intervir em eleição alheia bem poderia utilizar melhor seu tempo e poder legal para questionar o referido político que se acha protegido por um poder marginal que impera no Estado,formado por autoridades de todos os matizes e calibres.O que falta para essa gente ser presa de verdade? Será o consentimento daquele forasteiro?

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s