POLITICAS PÚBLICAS: GEA QUER CONHECER PERFIL DAS CLASSES C,D,E NO AMAPÁ

Uma empresa paulista, especializada em pesquisa voltada para os públicos das classes C, D e E, continua realizando o levantamento de informações específicas no Amapá, visando identificar as características destes extratos sociais. O objetivo é verificar se o fenômeno do crescimento da classe C no Estado é tão forte e influente como a que vem se formando no Brasil, com o surgimento da nova classe média.

A pesquisa propõe levantar as características da base da pirâmide social, cujos dados vão contribuir com o Governo do Amapá a formatar novas políticas públicas para este público em específico. O resultado do estudo também ajudará o governo na revisão do Plano Plurianual Participativo (PPA), que acontece este ano.

Sobretudo, o estudo irá munir os gestores das várias áreas do governo com informações precisas, oferecendo a eles subsídio para construções de políticas públicas. Os dados possuem outro fator importante para o governo, uma vez que deverão definir os investimentos, de forma mais objetiva, estabelecidos pela Lei Orçamentária Anual (LOA).

A pesquisa está sendo efetiva em etapas. A primeira foi entregue em outubro à Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Tesouro (Seplan). A instituição aguarda para este semestre a segunda fase do estudo.

Segundo a pesquisadora e antropóloga responsável pelo trabalho, Luciana Aguiar, a segunda etapa está em fase de conclusão, a qual será apresentada ainda este mês para iniciar a fase final, que é de estudo e construção de políticas públicas voltadas às classes C, D e E do Amapá.

De acordo com o secretário da Seplan, Juliano Del Castilo Silva, as informações são estratégicas e nortearão o GEA a estabelecer ações e programas de governo que beneficiam a população que pertence à base da pirâmide da social.

Segundo Del Castilo, uma das respostas já identificadas na primeira fase da pesquisa mostra que a base da pirâmide, no quesito renda, vem aumentando a sua participação na economia do Estado. “De acordo com o estudo, 54% de toda a renda gerada no Amapá está nas mãos das classes C, D e E”, assegura o secretário.

O estudo evidencia que isso ocorre por conta da política de valorização do salário mínimo, bem como da melhoria nas condições do mercado de trabalho e políticas sociais, a exemplo do “Bolsa Família”, que vêm ocorrendo nos últimos dez anos.

A empresa Plano CDE, responsável pelo levantamento do estudo, é tida como uma das maiores referências sobre o público CDE no país, e trabalha para grandes empresas como a Nestlé, Coca-Cola, GE, Leroy Merlym, entre outras, e tem a missão de traduzir informações específicas sobre as classes C, D e E, contribuindo, em especial, para o desenvolvimento de produtos e serviços para empresas e instituições públicas.

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