NO RIO, MANGUEIRA EMPOLGA, MAS ESTOURA O TEMPO EM SEIS MINUTOS

A Beija-Flor também impressionouco a história do cavalo manga larga

A Beija-Flor também impressionou com a história do cavalo manga larga, e é uma das favoritas ao título

Com um atraso para terminar o desfile, a escola de samba Mangueira conquistou a Sapucaí com um samba sobre a história de Cuiabá e uma apresentação marcada pelas cores verde e rosa e, especialmente, pela troca bem sucedida entre dois grupos de baterias, que se revezaram durante a apresentação.

Segunda escola a entrar na Marquês de Sapucaí nesta segunda-feira (11), a Mangueira começou às 22h45 e terminou às 00h13, com seis minutos de demora. O atraso irá render uma perda de 1 décimo para cada minuto além do tempo regulamentar de 1h22.

Uma das atrações do desfile de uma das escolas mais antigas do RJ foi a divisão da bateria, com cada metade sendo composta por 250 ritmistas. Os dois grupos não tocaram simultaneamente e houve um revezamento durante a apresentação, realizado em diversos momentos do desfile, que arrancou gritos e aplausos das arquibancadas.

A ideia foi do próprio presidente da agremiação, o músico Ivo Meirelles. No ano passado, a bateria da Mangueira fez uma parada mais extensa do que o normal, o que conquistou quase a totalidade dos jurados.

Trazer surpresas para o Carnaval não é algo novo para a bateria da Mangueira. Em 2010, a escola simulou uma prisão dos ritmistas. No ano seguinte, os integrantes desta divisão da agremiação fizeram uma marcha.

Mesmo com duas baterias em 2013, a escola contou com apenas uma rainha: Gracyanne Barbosa, que deixou a Unidos da Tijuca para assumir o posto pela terceira vez na agremiação verde e rosa.

Desfile

O desfile da Mangueira começou com grande correria e movimentação na concentração, especialmente por conta do grande número de integrantes e da divisão de baterias. O público local respondeu com força aos primeiros chamados do puxador (veja letra ao lado).

A comissão de frente optou por desfilar sem alegorias como aquelas presentes em desfiles como o da Unidos da Tijuca. Os primeiros componentes da escola a entrarem na avenida traziam as mulheres fantasiadas como índias que se transformavam ao vestirem saias grandes e rodadas.

Índios também figuraram na representação da fundação da capital mato-grossense, realizada com alas temáticas que também reuniam fantasias de bandeirantes. O carro-abre alas mostrou barracões de zinco e morros para celebrar a história de Cuiabá. Bonecas de pano, tradicionais no artesanato cuiabano, também foram lembradas no desfile da escola carioca.

No comando da bateria verde, que usou fantasias de maquinistas, estava a rainha Gracyanne Barbosa. “Sempre fui Mangueira, só não dizia isso quando eu desfilava por outras escolas pois não seria educado”, disse a modelo à reportagem do UOL, também vestida em conformidade com os ritmistas. Já os ritmistas vestidos de rosa estavam fantasiados como cozinheiros.

Outras musas que estiveram na avenida foram Luize Altenhofen, apresentadora do “Esporte Espetacular”, e a dançarina Scheila Carvalho, ex-integrante do É o Tchan. O desfile contou ainda com jovem Catarina Migliorini, virgem que leiloou sua primeira vez na internet e já chegou a posar para edição de janeiro da revista “Playboy”.

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