CONSTRUÇÃO CIVIL OFERECE EMPREGO E AQUECE A ECONOMIA DO ESTADO

Placa no conjunto Macapaba reflete o momento que o Amapá está vivendo na área da construção civil. O ano está fechando com a construção civil em alta. O Governo do Amapá, por intermédio da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), está coordenando pelo menos 90 obras, do Oiapoque a Laranjal do Jari.

3021_dsc_3677Em Macapá, além da construção, reforma e ampliação de escolas, hospitais, unidades policiais, praças e outras obras públicas que beneficiam diretamente a população, o governo estadual retomou os projetos de habitação que estavam paralisados desde a gestão passada.

PAC Habitação e Minha Casa, Minha Vida

Na zona Sul da capital, a Seinf coordena as obras dos conjuntos Aturiá e Congós, que vêm sendo construídos com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal com a contrapartida do Estado e que geram mais de 300 empregos diretos.

Na zona Norte, as obras de construção do Conjunto Habitacional Macapaba vêm sendo a responsável pelo aquecimento da economia com a geração de mais de 950 empregos diretos e pelo menos mil indiretos.

As moradias, que vão beneficiar diretamente 4.366 famílias de baixa renda, estão sendo construídas em duas etapas. Na primeira estão sendo construídos 1.984 apartamentos e 164 casas; e na segunda etapa 2.048 apartamentos e 170 casas. A Direcional Engenharia, empresa responsável pelas obras, pretende entregar o empreendimento antes do prazo estipulado pelo governo do Estado.

Escassez de mão-de-obra

Com o ritmo empreendido nas obras, as empresas vêm encontrando dificuldades para encontrar mão-de-obra local. No canteiro de algumas obras, já é possível visualizar o chamamento de operários nas mais diversas áreas da construção civil. No Macapaba, por exemplo, estão faltando mestres de obras e pedreiros de acabamento.

Para manter o setor da construção civil aquecido, as empresas ligadas ao segmento, sugerem que os trabalhadores se qualifiquem para facilitar a contratação direta. Para isso, o Governo do Amapá, por intermédio da Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete), vem estabelecendo parcerias com algumas construtoras para treinar por meio de cursos profissionalizantes, a mão-de-obra especializada que o mercado vem exigindo atualmente.

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