MUNDO VAI ACABAR UM DIA, MAS NÃO AMANHÃ, DIZ ASTRÔNOMO

Teorias catastróficas afirmam que terremotos, tsunamis e erupções vulcânicas vão acabar com a Terra

  • Teorias catastróficas afirmam que terremotos, tsunamis e erupções vulcânicas vão acabar com a Terra

A teoria de que o mundo acabará nesta sexta-feira (21) não é a primeira nem será a última já feita sobre o tema. Desencadeadas por causa do fim do calendário maia, especulações afirmam que diversas catástrofes –terremotos, vulcões em erupção e explosões solares, entre outros– vão assolar o planeta Terra a partir do dia 21, causando a extinção da humanidade ou, para os mais otimistas, pelo menos uma profunda mudança na configuração terrestre que conhecemos.

Em linhas gerais, essas análises modernas sobre as profecias maias afirmam que na controversa data ocorrerá um grande cataclismo, causado pela inversão dos polos magnéticos da Terra e fortes explosões solares. Alguns estudiosos, como Maurice Cotterell e Adrian Gilbert, autores do best-seller “As Profecias Maias”, estudaram a relação entre a influência do Sol e a ascensão e queda de civilizações que já passaram pelo planeta Terra, afirmando que outras grandes catástrofes naturais, como a prevista para sexta, já aconteceram neste planeta.

No entanto, para o norte-americano David Morrison, astrônomo da Nasa desde 1988 e responsável pelo Ask an Astrobiologist (pergunte a um astrobiólogo, em tradução livre do inglês), projeto e site governamental que responde a perguntas de internautas sobre o dia 21, o fim do mundo tem sim data marcada. Mas para a felicidade de uns e tristeza de outros não será nesta sexta. “A Terra será engolida pelo Sol em cerca de quatro bilhões de anos. Essa não é uma teoria particular, é um fato conhecido por todos os astrônomos.” Para ele, cientificamente, também não existe evidência alguma que comprove esse “trote descabido”.

Já faz quatro anos que Morrison reserva parte de seu tempo para responder questões sobre o fim do mundo –o site já existe há dez anos. Desde o início do projeto, o astrônomo recebeu cerca de 5.000 perguntas e afirma que as responde “principalmente por causa da preocupação que essas histórias causam às crianças”. Atualmente, chegam a ele por volta de cinco dúvidas por dia. Depois do dia 21, ele afirma que vai manter o Ask an Astrobiologist, respondendo questões sobre a “ciência verdadeira”.

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