Politica & Cidadania

 João Silva

 CLÉCIO

Sentado na minha cadeira de balanço ouvi parte da entrevista do prefeito eleito de Macapá, Clécio Luis (PSOL), ao programa do radialista J.Ney. O socialista foi coerente, respeitou os adversários, elogiou a postura do PSB, disse que tinha convicção da vitória, mas reconhece que só foi possível porque a maioria do povo macapaense amadureceu politicamente, terminando por fazer a avaliação correta das duas propostas e dos dois candidatos no segundo turno.

AMEAÇA

Governo Federal  joga a toalha e reconhece que algumas regiões do Brasil, no final do ano, poderão enfrentar o desabastecimento de combustível. A situação mais critica fica para os estados do Pará, Amapá, Paraíba, Amazonas e Rio Grande do Norte, cujo abastecimento é feito pelo mar.

Consumo recorde – este ano supera a marca dos 30 bilhões de litros, falta da capacitação interna de produção e problemas crônicos de infra estrutura e armazenamento respondem pela preocupação do Governo Federal.

SUMIÇO      

Claro que o Roberto não pratica o discurso que faz. Quando ele disse que topava a transição, estava blefando, queria passar à opinião pública a sensação de tranqüilidade de quem nada tem a esconder. Mas pra valer mesmo, lá quer saber de transição!

Vai utilizar o tempo que lhe resta para complicar, para apagar provas, para tentar fechar contas que não fecham. Não vai ser fácil achar o Alberto Goés para ajudar na transição.

DEFINITIVO

O depoimento de Claudio Pinho é definitivo,  creio. Segundo ele os Capiberibe não impedem a projeção dos seus companheiros de partido, e eu acrescentaria: não roubam nem deixam roubar; são políticos por vocação e utilizam seu mandato para trabalhar pelo povo amapaense.

E isso não é difícil de enxergar, não está encoberto, basta olhar pra trás com calma, sem raiva que enxerga. Basta querer.

PENSANDO

Claro que há famílias que entram na política para obter vantagens, para transformar partido em balcão de negócios. Recentemente aconteceu o surgimento dos Favacho (Amiraldo, Francisca, Junior e Acácio Favacho); os Barcellos desapareceram e os Borges estão em decadência; os Alcolumbre subindo um pouco (o Davi fez uma boa campanha, mas precisa melhorar sua atuação parlamentar) e a novidade são os Gurgel (Telma,Venicius, Aline), ainda precisando dizer a que vieram.

POLÊMICA

Foi assim: um estudante, no segundo dia da 1ª Feira do Livro do Amapá, no Teatro das Bacabeiras, prguntou ao escritor Ignácio de Loyola Brandão, 67 anos ( “Não verás país nenhum”), o motivo pelo qual ainda não fazia parte da Academia Brasileira de Letras, e ele foi categórico: Tenho ojeriza a José Sarney, não posso ficar onde ele estar. Fora isso, Loyola falou da sua obra literária, disse que a juventude está lendo pouco e que os professores precisam despertar nos alunos o gosto pela leitura.Ignácio de Loyola Brandão (foto) é o principal convidado da 1ª Feira do Livro do Amapá.

 SOCIEDADE

Belíssimo “encontrão”  dos Teixeira Leite, descendentes de João Zacharias (Raimunda) Teixeira Leite para lembrar os 109 anos de nascimento do patriarca da família. Zacharias Leite nasceu no dia 5 de novembro de 1903, e morreu no dia 7 de novembro de 2003, logo após completar um centenário de vida. Eu, o Morubixaba, Lele, Percival e Francisco Leite abrimos um baú daqueles na sede da Domestillar, na JK, local da festa, entre um gole de cerveja e um salgadinho.

PODER

 Espero que o Junior Favacho (PMDB), presidente em exercício da ALAP, no impedimento de Moisés Souza (PSC) saiba o que está fazendo. Aprendi que as Assembléias Legislativas não podem usar o repasse institucional para outra finalidade que não seja o pagamento dos servidores, dos deputados e das despesas de manutenção da sede do poder legislativo, cuja finalidade é legislar e fiscalizar o poder executivo. Ninguém é dono da verdade, o espaço está aberto para explicar.

 COMPLICADOR

Mais um, aliás, para o já complicadíssimo trânsito de Macapá, os skeitistas, ou “morcegos de asfalto”, como estão sendo chamados pela população. Nos finais de semana, esgueirando-se entre carros e motos, enturmado eles infernizam a orla desenvolvendo alta velocidade, por vezes grudando na traseira do seu automóvel quando você menos espera..É um risco bem próximo de uma tragédia que todo mundo está vendo, mas finge que não vê.

TEATRO

O teatro no Amapá não começou com o Teatro das Bcabaeiras, como ja foi dito por gente que chega aqui achando que antes nada existia na terra de São José de Macapá. No antigo Barracão, na chamada Casa dos Padres, finalzinho da década de 50, missionários do PIME encenavam peças com a participação de moleques de Macapá. Lembro que Humberto Santos, de saudosa memória, que não era padre, mas muito ligado à Igreja, dirigiu o musical infantil “O Casamento da Dona Baratinha”, um clássico das historias de Caronchinha, que deu muito o que falar na época. Vou contar tudo na crônica de domingo aqui no Blog, inclusive quem fez o papel da Dona Baratinha.

UMAS & OUTRAS

Tenho ótima relação com todos os filhos de Janary Nunes, 1º Governador do Amapá, mas Guiracá Nunes, pela sua expansividade e simpatia, parece mais próximo da gente; passamos a manhã de hoje (5/11) – este colunista e o Rupsilva, atualizando o papo com amigo de longa data sobre uma paixão antiga, o Amapá, que era também a paixão dos nossos pais; o Guairacá faz parte do grupo que assessora o senador Randolfe Rodrigues e que vinha atuando em Brasília, mas  passa a atuar no escritório do senador em Macapá<>Fala-se em novo nome de parte de Roberto Goés para a transição que parece empacada<>Aliás, mau inquilino não gosta de entregar as “chaves” ao proprietário da casa ou a quem de direito, no caso do novo prefeito, por razões que todos sabem: máquina sucateada, tubulação estourada, telhado cheio de goteira, contas a pagar, e contas que não fecham, entre outras coisas – é o que parece está havendo com a transição na PMM, cujas finanças têm mais buraco que tábua de pirulito, como se dizia antigamente<> E pirou porque o economista Alberto Goés, que pouco apareceu na administração do RG, ao contrário do Governo Waldez, sumiu no trecho, como diria aquela gatinha da TV!<>Claro que todo mundo têm direito de sonhar com um automóvel. Mas a coisa vai chegando a um ponto que não sobrará espaço para  circular dentro de um nas ruas e Avenidas das grandes cidades do País<> O engenheiro presidente da Companhia de Trânsito de São Paulo chegou anunciar solenemente na imprensa ter chegado ao fim o sonho do automóvel na Capital paulista<> Falar nisso, na quarta (07/11), vou a São Paulo rever filho médico, João Eládio, passear um pouco, comer um bolinho de bacalhau no Mercadão, visitar o Museu do Futebol no Pacaembu, proveitar o feriado de 15 de novembro; fico por lá dez dias no máximo, tempo em que o blog vai ficar sem atualização…É vapt-vupt, como dizia Pantaleão, personagem do Chico Anísio, sentado naquela indefectível cadeira de balanço<>Por hoje é o que há, até a volta.

 

 

 

 

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