GEA APONTA MELHORIAS NA ÁREA DA SAUDE

O Governo do Estado do Amapá (GEA), em um ano e dez meses de gestão, fez uma série de investimentos no setor de saúde com o objetivo de assegurar um atendimento mais digno e eficiente aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

As ações envolvem investimentos em obras físicas de hospitais do Estado, capacitação de pessoal, realização de concurso público, ampliação de leitos, além de climatização, readequação de espaços administrativos, que foram transformados em enfermarias, reajuste de plantões médicos, entre outros.

No aspecto físico, o Governo do Amapá retomou obras importantes que estavam paralisadas desde a gestão passada e que vinham prejudicando diretamente as ações de saúde, voltadas a promoção da saúde e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, entre elas a construção e ampliação dos Hospitais Estaduais de Santana e de Oiapoque, que deverão ser entregues no início de 2013.

Investimento semelhante será feito pelo Estado no Hospital Estadual de Laranjal do Jari. A obra de ampliação, reforma e adaptação já foi licitada e está orçada em R$ 18,5 milhões e prevê a construção de ala para obstetrícia, internação, pediatria e serviços em geral.

O governo do Estado irá construir também seis bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) distribuídas nos municípios de Calçoene, Ferreira Gomes, Laranjal do Jari, Mazagão, Oiapoque, Porto Grande e Tartarugalzinho. As bases do Samu serão construídas com recursos do PROAMAPÁ Saúde, governo federal e BNDES.

O pacote de obras na área de saúde engloba ainda a construção de quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s). Uma em Laranjal do Jari e outra em Oiapoque, além de duas em Macapá (Uma na zona Norte e outra na zona Sul) e a construção da Casa de Parto em Macapá para atender casos de baixa complexidade, deixando os atendimentos de média e alta complexidade para o Hospital Estadual da Mulher Mãe Luzia (HMML).

Hospitais

Neste período, a Sesa fez investimento em obra de ampliação da Unidade Neonatal do Hospital da Mulher, disponibilizando 35 novos leitos. Desse total, 18 na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e 17 leitos na Unidade de Controle Intermediário (UCI).

O Hospital Mãe Luzia recebeu investimento em climatização, atingindo 100% do hospital climatizado. Para este hospital, a proposta do governo do Estado é transformar de imediato os espaços administrativos do HMML em novas enfermarias, com o objetivo de ampliar ainda mais o atendimento à saúde da mulher.

O Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (HCA) foi outra unidade que, em junho deste ano, recebeu investimento de R$ 306 mil na instalação de sete enfermarias com 31 novos leitos, todas climatizadas, ampliando para 29 enfermarias e 138 leitos.

O hospital está implantando o protocolo de atendimento por classificação de risco como forma de priorizar atendimentos a crianças e adolescentes que sejam de média e alta complexidade. Também deverá receber investimento de R$ 17 milhões para obras de construção e ampliação, recursos do governo federal e de emenda parlamentar.

Assistência

Na parte de assistência médica, a Sesa priorizou serviços que ao longo dos anos ficaram esquecidos pela rede pública estadual de saúde, a começar pelo mutirão de cirurgias reparadoras, que realizou 83 procedimentos cirúrgicos em pessoas vítimas de escalpelamento por embarcação, e o mutirão de ortopedia, que tirou da fila de espera 32 pacientes.

A grande novidade agora é a retomada do projeto Visão para Todos, que oferecerá o mutirão de catarata até o final deste ano. A meta é atender 3 mil pacientes com cirurgias de catarata num período de onze meses.

O grupo de parteiras e parteiros tradicionais do Amapá também recebeu o reconhecimento do Estado, a partir da capacitação profissional destas pessoas e a inclusão delas no programa Rede Cegonha, que qualificou cerca de 120 pessoas.

A valorização do profissional de saúde também tem sido uma meta constante da Sesa, que realizou o maior concurso público da história com a oferta de aproximadamente 1,6 mil vagas em diversas categorias.

Para melhorar ainda mais a relação médico/paciente, objetivando um atendimento de saúde mais completo e humanizado, o Estado reajustou o pagamento dos plantões médicos. Com exceção do salário normal pago a cada médico pelo governo estadual, a Sesa paga hoje R$ 1 mil para cada médico plantonista por doze horas de plantão presencial e R$ 1 mil por seis horas de plantão para médicos que atendem porta de entrada nos serviços de emergência, além de R$ 500,00 por plantão de sobreaviso.

O cumprimento dessas escalas de plantão tem o acompanhamento de uma comissão criada recentemente, haja vista que ainda existem muitas reclamações de usuários/pacientes do SUS contra médicos que sequer cumprem os plantões.

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