FUTEBOL E VIOLÊNCIA

Continuamos a ver aqui e lá fora que a violência no futebol segue matando e ferindo, transformando a paixão clubística em ódio, algo que, vira e mexe, fica sem controle, transformando os estádios e arredores em campo de guerra, numa poça de sangue que nunca acaba, apesar das campanhas de esclarecimento e conscientização. No Rio de Janeiro, antes do clássico Vasco e Flamengo, nas proximidades do Engenhão, uma horda de torcedores do Flamengo desceu de um ônibus e perseguiu torcedores do Vasco, em número inferiorizado, até que tingisse o asfalto da cidade olímpica com o sangue de um inocente, Diego Martins Leal, 22 anos, que levou um tiro, não resistiu e morreu ali mesmo; na Copa dos Campões da Africa também houve violência e um torcedor ficou gravemente ferido depois da invasão do campo na cidade de Cairo, no Egito, onde jogavam Zamalek e Club Africain. No caso do Engenhão, a polícia foi acionada, evitou mais mortes e prendeu 50 toredores violentos que foram levados para a delegacia da Zona Norte do RJ. No registro, vascaeinos caminham em grupo pra evitar agressão dos flamenguistas.

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