O BEIJO DA TRAIÇÃO

Não foi só uma traição ao povo que a elegeu, foi também um recado às pessoas de bom senso deste País; à quem acha que Lula não é Deus, que a política pode ser melhor, que os políticos podem dar exemplo ao povo. A atitude  da presidente (ela poderia ter evitado, se quisesse), ao permitir aquele beijo, foi algo que lembra a camorra, os mafiosos, menos uma governante preocupada em dar exemplo aos seus governados. Muito triste ver a senhora Dilma naquela posição, de ter que dar a mão ao beijo de um ladrão nacional e internacionalmente conhecido e procurado, o senhor Maluf – ou “Ladruf” como sugere um leitor do blog? Eu sei, foi um recado à deputada federal Luiza Erundina,à mídia, aos criticos de Lula (“Olha, vocês estão errados!”) e a todos os braileiros que acham que presidente Dilma deveria se afastar de determinadas figuras, de individuos asquerosos que precisam ser removidos da vida pública brasileira. “Foi um dia de finado aquele do beijo da traição”, diria o inesquecivel Jefferson Peres. Na verdade, um encontro pra ser esquecido, não sem subtrair pontos da popularidade da presidente do Brasil, cuja trajetória nada tem a ver com a estória daquele que cerimoniosamente lhe beija a mão, reconheça-se. Foi um capricho político que arranhou a sua biografia, infelizmente.

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