OS 54 ANOS DA CASA COLARES, UM CLICHÊ DE MACAPÁ

Por trás da história da Casa Colares existe uma família, a família do casal Lindolfo (Albertina) Colares de Oliveira (foto), que chegou cedo ao Amapá,  estabelecendo-se na Eliezer Levy, onde ainda permanece boa parte dos seus descendentes. Conheça um pouco da saga dos Colares através do relato adaptado ao blog, feito por Manoel Colares,  um dos filhos do casal, 67 anos, contabilista, titular de Colares Imóveis, esportista, sócio-fundador e presidente do Ypiranga Clube.

LINDOLFO SIQUEIRA COLARES, filho de PLINIO PEREIRA COLARES e ANA JULIA SIQUEIRA COLARES, nascido no ano de 1902, no município de Juazeiro do Norte-CE. Aos 15 anos, em 1917, junto com seus pais e irmãos SISGEFREDO SIQUEIRA COLARES, RAIMUNDO SIQUEIRA COLARES (DIDI) e LAURO SIQUEIRA COLARES mudaram-se para a região Norte, município de Gurupá-PA, com intuito de trabalharem no comercio local, precisamente no ramo de regatão.

No Municipio de Gurupá-PA, na cidade de Jaburus dos Alegres conheceu sua esposa ALBERTINA DE OLIVEIRA COLARES, filha de FRANCISCO ELESBÃO DE OLIVEIRA e RAIMUNDA OLIVEIRA OLIVEIRA, onde casaram-se e tiveram 02 (dois) filhos, mas somente um sobreviveu: OSVALDO DE NAZARÉ COLARES. No entanto seu pai veio a falecer, sendo que os negócios continuaram na cidade, mas também começaram atender as cidades ribeirinhas através de uma canoa a vela denominada “MERESIL”, deixada como herança por seu pai, navegada por seus irmãos RAIMUNDO E LAURO.

Tempo depois foi morar e trabalhar na cidade de Sacramento-Gurupá-PA a convite do Sr. JOSÉ TORQUATO DE ARAUJO, como gerente na Industria de Beneficiamento de Madeira e Exportação, no qual permaneceu por 30 anos dedicados a profissão. La também tiveram mais 11 (onze) filhos, mas somente 02 (dois) sobreviveram MARIA DE NAZARÉ DELCY COLARES e MANOEL DE OLIVEIRA COLARES.

Durante sua permanência em Sacramento-Gurupá-PA, fez uma viagem até o Território Federal do Amapá em 1946, aqui adquirindo junto ao Governo um lote de terra no bairro do Trem. Em 1947 construiu um comércio e bar e nos fundos um salão de dança denominado “RECREIO” para seus irmãos LAURO e “DIDI” ganharem a vida. Depois de 11 (onze) anos seus irmãos conseguiram adquirir moradias e seus próprios empreendimentos, resolvendo, em 1958, repassar o comercio e salão para LINDOLFO COLARES.

Em 1958 LINDOLFO COLARES chegou no Território Federal do Amapá trazendo seus filhos para estudarem, estabelecendo comercio varejista e gêneros alimentícios no empreendimento denominado “CASA COLARES”.

Depois da sua morte em 1964, sua esposa ALBERTINA COLARES e seus filhos OSVALDO e MANOEL COLARES ficaram gerenciando os negócios da “CASA COLARES”. Depois do ano 1990, após a morte ALBERTINA COLARES, ficou até os dias de hoje gerenciando seu filho MANOEL DE OLIVEIRA COLARES.

A “CASA COLARES”, possui arquitetura do ano 1.958, conservando material duradouro, resistente ao tempo e historia da época, trazendo lembranças daqueles que a freqüentavam e continuam freqüentado tradicional ponto comercial do Bairro do Trem, na subida das Elizer Levy, como se dizia antigamente

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